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Pesquisador@s Convidad@s


Dra. Ana Maria Vega Gutierrez

Catedrática de Direito de la Universidad de La Rioja, España.
Professora de Direito Eclesiástico da Universidade de La Rioja, Espanha. Doutora e licenciada em derecho canónico por la Universidad de Navarra. 
Dra. em Leis em Direito Canônico pela Universidade de Navarra.Especialista universitaria en bioética por la Facultad de Medicina de la Universidad de Valladolid.
Bioeticista da Universidade da Faculdade de Medicina da Universidade de Valladolid.Directora de la cátedra UNESCO ciudadanía democrática y libertad cultural.
Diretora da cidadania democrática Cátedra UNESCO e da liberdade cultural. Participó en la IV Conferencia de la Mujer en Pekín (1995) y en la revisión de Nueva York (2000).

Participou da IV Conferência Mundial sobre a Mulher, em Pequim (1995) e a revisão de Nova York (2000) .Es la representante de Women's Board Education, organización acreditada ante el ECOSOC de las Naciones Unidas. Ela é o representante da Junta de Educação da Mulher, uma organização credenciada para o ECOSOC das Nações Unidas.Ha intervenido en numerosas reuniones internacionales de las Naciones Unidas relacionadas con los derechos humanos y desarrollo. Tem participado em numerosas reuniões internacionais das Nações Unidas em matéria de direitos humanos e desenvolvimento.Ha publicado e investigado en temas relacionados con políticas familiares, género, derechos culturales y desarrollo humano. Publicou e pesquisou sobre questões relacionadas com as políticas de família, gênero, direitos culturais e desenvolvimento humano.

Gerente por 8 anos dos cursos de verão internacionais sobre direitos humanos organizados em sede das Nações Unidas em Genebra.

Temas: Liderazgo, Mujer y empresa, Conciliación de la vida laboral y personal Tópicos: Liderança, Mulheres e Negócios, equilíbrio trabalho-vida.

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CHIARA

Dra. CHIARA VANGELISTA 

 

Professore Straordinario di Storia dell America Latina. Istituzione di appartenenza: Facoltà di Lingue e Letterature Straniere, e Dipartimento di Scienze dell Antichitá, del Medioevo e Geografico-ambientali. Coordinatrice, insieme alla prof.ssa Núncia Santoro de Constantino (direttrice) del progetto Mulheres Migrantes nas Cidades do Mercosul, Pontifícia Universidade Católica, Rio Grande do Sul. 2002, visiting professor alla Università di Cuyo, Mendoza (Argentina), Facultad de Letras y Artes. Dal 2003, Fondatrice e coordinatrice di Officina. Laboratorio Interdisciplinare Fonti e Metodi per lo Studio dei Processi Migratori. dal 2003, componente del comitato scientifico del CISEI, Centro Internazionale di Studi dell Emigrazione Italiana, Genova. 2004, Componente della commissione organizzatrice del progetto per la realizzazione deglie venti relativi alla commemorazione dei 130 anni della colonizzazione italiana nel Rio Grande do Sul. Dal 2004, Componente del Comitato Scientifico di Fénix- Revista de História e estudos Culturais, del Núcleo de Estudos em História Social da Arte e da Cultura (NEHAC) dell Universidade Federal de Uberlândia (Minas Gerais, Brasile). Componente del Conselho Editorial della Rivista História, della Unviersidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo, (RS-Brasile). Dal 2004, Componente del Comitato Scientifico della Fondazione Casa America di Genova. Dal 2004, direttrice della collana di saggistica latino-americanistica L Estremo Occidente, per la Casa Editrice Città Aperta, Troina (Enna). Dal 2005, Componente del Comitato Scientifico della Rivista Altreitalie, Fondazione Giovanni Agnelli, Torino. 

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clydesoto

Dr. Clyde Soto

Clyde Soto é pesquisadora feminista, defensora dos direitos humanos e licenciada em psicologia pela Universidad Nacional de Asunción (UNA), sua formação em Estudos de Gênero se dá pelo Instituto Universitário de Estudios de La Mujer da Universidad Autónoma de Madrid e pelo Programa Regional de Formación en Género y Políticas Públicas (PRIGEPP) da Faculdade Latino Americana de Ciencias Sociais (FLACSO). Trabalhou no Grupo de Ciências Sociais (GCS) entre 1987 e 1990 e atuou como correspondente no Paraguai para a revista MUJER / FEMPRESS de 1999 a 2000. Realiza pesquisas e trabalhos publicados sobre feminismo, gênero e políticas públicas, indicadores de igualdade de gênero, participação social e política de mulheres, violência doméstica, entre outros temas. Faz parte da Coordenação das Mulheres do Paraguai (CMP), e também da equipe editorial da revista Informativo Mujer, publicada pela Universidad Nacional de San Martin. Soto atua como pesquisadora do CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E ESTUDOS (CDE) desde 1991, da qual foi diretora entre 1999 e 2001.
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Dra. Encarnación Medina Arjona

Licenciada em Filosofia e Letras, com especialidade em Língua espanhola e francesa. Professor titular da Universidade de Jáen, coordenadora do Dept. de línguas e Cultura Mediterâneas,e do programa de Doutorado “ Mujeres, gênero y Estúdios Culturales”. Coordenadora do projeto “Culture, Patrimoine e Tourisme” da Université Cadi Ayyad (Marrakech); professora convidada do Centre de Recherches em Littérature Comparée – Université Paris-Sorbonne (Paris IV) Insitut dês textes et Manuscrits Modernes . Coordenadora do Groupe de recherces Orient/occident com apoio da Agence Nationale de la Recherche – Université Paris-Sorbonne (Paris IV). Autora de vários livros dentre outros: "LE RHIN" OU LES COORDON - NÉES D'UN VOYAGE DANS L'HISTOIRE: LA VERTICALITÉ DE LA PENSÉE ET L'HORIZONTALITÉ DE L'ÉCRITURE. 2006 - Universitat de Lleida / Pagès Editors; MEDINA ARJONA, Encarnación. PAISAJES LITERARIOS PARA UNA DINÁMICA DE SÍ MISMO, ADR Sierra Mágina, 2009, Jaén. MEDINA ARJONA, Encarnación . SOUS LE REGARD DE STENDHAL. Eurédit, 2009. Paris; MEDINA ARJONA, Encarnación; Fernández Jiménez, Juan; López-Peláez Casellas, Jesús (Eds.) JAÉN, CRUCE DE CAMINOS, ENCUENTRO DE CULTURAS. Servicio Publicaciones de la Universidad de Jaén, 2008.
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KARINA BIDASECA

Dra. Karina Bidaseca

Karina Bidaseca é Pós-Doutora em Ciências Sociais, Infância e Juventude, sua pesquisa de pós-doutorado trata de corpos na diáspora, discutindo as teorias sobre a pós-colonialidade desde a epistemologia do Sul. Atualmente é professora associada de Sociologia, da Faculdade de Ciências Sociais, UBA e na Universidad Nacional de San Martín, lecionando também na de pós-graduação em diferentes universidades nacionais e estrangeiras. Dirige projetos de pesquisa sobre questões de conflitos territoriais e violência contra mulheres subalternas (CONICET), também é coordenadora do programa “Sur-Sur” do CLACSO – Conselho Latino-americano de Ciências Sociais, que propõe a construção de pontes de intercâmbio no Sul, entre África, América Latina, Ásia e Meio Oriente. Publicou diversos livros e artigos, sendo convidada para diferentes conferências e mesas redondas de nível internacional e nacional. Entre suas publicações destaca-se seu livro “Perturbando al texto colonial. Los estudios (pos)coloniales en América Latina”, Buenos Aires, Ed. SB, 2010, sua tese de doutoramento “Antes de la tormenta, signos de la insurgencia colona en el desdoblamiento del tiempo. Una tesis sobre su identidad intersticial y la búsqueda de comunidad en un siglo de existencia", Universidad de Buenos Aires (2005)” e seu artigo “Mujeres blancas buscando salvar a mujeres color café: desigualdad, colonialismo jurídico y feminismo postcolonial”.
Suas pesquisas atuais versam sobre: Estudos pós-coloniais, feminismo pós-colonial, movimentos sociais rurais.
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angelacastanho

Dra.  Ángeles Castaño Madrooñal

Ángeles Castaño Madroñal ha desarrollado investigación en dos líneas: 1) Migraciones, interculturalidad y discriminación de minorías. La dimensión estructural de los mecanismos de discriminación y segregación social ha sido uno de los ejes desarrollados en estos trabajos. Ha tratado el rol de las políticas y su influencia en la gobernanza multinivel en la educación, las organizaciones civiles y las administraciones públicas para la superación de las diferencias, y la dimensión de transnacionalidad y el carácter intertextual y performativo de las políticas universalistas y sus limitaciones prácticas. El papel de la escuela como entorno socializador en la educación de la tolerancia y el racismo ha formado parte de su tesis doctoral y de sus investigaciones recientes. 2) El patrimonio cultural en contextos de frontera y relaciones interétnicas, atendiendo a los discursos de identidad y representación simbólica en situaciones de contraste e interacción. Ambas líneas de investigación han transcurrido en paralelo, si bien actualmente convergen en un nuevo abordaje que atiende al patrimonio en contextos de multiculturalidad. En ambas líneas ha dado centralidad a las narrativas, los imaginarios y los discursos de poder en el abordaje de sus investigaciones. Entre sus publicaciones destacan “The meaning of interculturality in public schools in Andalusia (Spain): discourses and practices”, The Internacional Journal of diversity in education vol. 12, 2012-2013, Common Ground, Illinois (2013); “Inmigration Processes in Seville. The management of diversity and public policies” en Marcelo Balbo, Ahmet Içduigü y Julio Pérez (eds.) Countries of Migrants, Cities of Migrants. Italy, Spain, Turkey. Isis Press, Istanbul (2013) (versión en turco en 2012); “Inserción social y residencialidad de los inmigrantes en las áreas urbanas de Sevilla y El Ejido”, ÁREAS revista internacional de Ciencias Sociales, Vol.28:89-101. EDITUM, Murcia (2009); “La novela autobiográfica de Mohamed Chukri como fuente para etnografía de la pobreza urbana en Marruecos”, Dialectología y Tradic. Populares, LX:191-206. CSIC (2005); Fiesta y Frontera: expresiones simbólica y cultura de frontera en la Raya de Portugal (1999). Entre sus investigaciones recientes: Managing Internactional Urban Migration-Turkey, Italia, España (MIUM_TIE) Financia UE Programe External Actions of The European Community: Promotion of the Civil Society Dialogue Between EU and Turkey (2008-2009) Coord. Universidad de Koç (Estambul) dir. Ahmet Içduigü, participando como investigadora colaboradora; y The Semantic Of Tolerance And (Anti-)Racism In Europe: Public Bodies And Civil Society On A Comparative Perspective. (TOLERACE) Financia UE 7Framework Programe 2010/2013, coord. CES (Universidad de Coimbra), dir. Boaventura de Sousa Santos, participando como IP por Universidad de Sevilla.

Actualmente desarrolla un nuevo abordaje sobre el patrimonio y la interculturalidad. Le interesa la dimensión del patrimonio en la pedagogía de la identidad y su papel en las sociedades multiculturales globales para la superación de las diferencias, en la perspectiva de (des-)colonialidad y de diálogo inter-epistemológico desde el patrimonio. En esta línea ha publicado en coautoría junto a E. Hernández “La geopolítica del conocimiento de la UNESCO y la semántica de interculturalidad en las políticas locales del patrimonio cultural” en Periferias, Fronteras y Diálogos: actas del XIII Congreso de Antropología de la Federación de Asociaciones de Antropología del Estado Español (2014) pp: 3580-3602.

Es patrona de la Fundación CEPAIM (Fundación para la Acción Integral con Inmigrantes), asesora del departamento de Codesarrollo de la Fundación Sevilla Acoge, Coordinadora responsable del grupo de cooperación InCoDes Medi-África de la Universidad de Sevilla, y colabora en varios proyectos de Cooperación al Desarrollo relacionados con poblaciones subalternas en Marruecos y con las migraciones africanas en la frontera española de Ceuta

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Dra. Marianella Collete

Marianella Collete é professora de literatura latino-americana no Departamento de Linguas, Literaturas e Culturas da Ryerson University (Toronto, Canadá). Autora de dois livros de entrevistas com escritoras argentinas, nos quais ela estuda como seus escritos enriqueceram o conhecimento da literatura e das culturas latino-americanas do ponto de vista das mulheres, e a partir de uma perspectiva feminista, analisa a influência das escritoras argentinas no exílio e sua luta por liberdade e justiça na América Latina. Atualmente, Collete tem como foco de pesquisa como as mulheres escritoras na América do Sul estão reescrevendo os contos de fada tradicionais de um ponto de vista feminista para resistir aos estereótipos de gênero e dar origem a uma nova consciência das vozes femininas na literatura Latino – Americana.

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Dra.Montserrat Sagot 

Montserrat Sagot é doutora em Sociologia com especialização em Sociologia de Gênero pela The American University, Washington, DC.  Desde 1990, é professora na Universidade da Costa Rica nas escolas de Antropologia e Sociologia e em vários programas de pós-graduação, incluindo Estudos interdisciplinares em deficiência, avaliação educacional, gerontologia e sociologia. É também autora de numerosas publicações relacionadas principalmente a questões de gênero, como a violência contra as mulheres, os direitos das meninas e adolescentes, a democracia e a participação das mulheres, entre outros. Dentre suas obras, destacam-se: “Violência doméstica na América Latina: estudos de caso em dez países” (OPS, 2001) e “Feminicídio na Costa Rica: 1990-1999” (INAMU, 2002). Atualmente, Montserrat, é professora e pesquisadora da Escola de Sociologia e Coordenadora do Centro de Pesquisa em Estudos da Mulher, na Universidade de Costa Rica.
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Dra. Natividad Gutiérrez Chong

Mexicana, é licenciada em Sociologia pela Facultad de Ciencias Políticas y Sociales, Universidad Nacional Autónoma de México (1984), Mestre em Sociologia (MSc) pela The London School of Economics and Political Science, Universidad de Londres (1987) e Doutora em Sociologia (PhD) pela The London School of Economics and Political Science, Universidad de Londres (1995). É autora dos livros “Ser Indígena en México. Raíces y Derechos. Los mexicanos vistos por sí mismos. Los grandes temas nacionales” (2015), “Nationalist Myths and Ethnic Identities: Indigenous Intellectuals and the Mexican State” (1999), “Mitos nacionalistas e identidades étnicas. Los intelectuales indígenas y el estado mexicano” (2001), dentre outros. É integrante da Comisión Evaluadora del Programa de Primas al Desempeño del Personal Académico de Tiempo Completo (PRIDE) Instituto de Investigaciones Sociales, além de membro de associações como Academia Mexicana de Ciencias, Association for the Study of Ethnicity and Nationalism, Latin American Studies Association e Society for Latin American Studies. Atualmente é professora e pesquisadora do Instituto de Investigaciones Sociales - IIS da Universidad Autonoma del México - UNAM
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Dra. Lídia M.V. Possas

 

Livre Docente em Historia, Relações de Gênero e Feminismos na América Latina, com Pós doutorado junto ao Programa Interdisciplinar de Ciências Humanas e o do Instituto de Estudos de Gênero/ UFSC e do Archivo Provincial de la Memoria em Córdoba na Argentina. Doutora em História Social pela Universidade de São Paulo /USP(1999) e Mestrado em Historia (UNESP/Assis) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1992).

Atualmente é docente na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho atuando nas disciplinas de História do Brasil República, América Latina e Introdução à História para os   cursos de Ciências Sociais e Relações Internacionais. Integra a Linha 2( Cultura, Memoria e Identidade) do Programa de Pós Graduação de Ciências Sociais da FFC /Marília desenvolvendo reflexões com os temas: gênero, mulheres, memória, feminismos, representações e identidade.

 

Atua na Vice Coordenação do GT de Estudos de Gênero da ANPUH/Nacional ; do Grupo de Pesquisa, cadastrado no CNPq Cultura & Gênero e de Grupos de Estudos ( Graduação e Pós Graduação) na temática de História, Gênero e Cultura da UNESP/Marília desde 2000.

Atualmente é pesquisadora do CNPq( bolsa PQ) e Coordenadora o Laboratório Interdisciplinar de Estudos de Gênero/LIEG na UNESP-Marília desenvolvendo projeto de políticas públicas abordando a violência doméstica em parcerias com outras Universidades do país.

Possui várias publicações, sendo que as mais recentes estão diretamente relacionada com a Pesquisa PQ intitulada “ Feminismos, Gênero e Viuvez. A invisibilidade das narrativas de viúvas nos movimentos sociais e de resistência às Ditaduras.Brasil e Argentina nos anos 70-80, concluída e a Os lugares e os usos da Memória.As narrativas e as lutas simbólicas: viúvas, sobreviventes, militantes . Brasil e Argentina nos anos 70-80 em andamento.
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Dr. Robson Laverdi

Bacharel e licenciado em História pela Universidade Federal de Uberlândia-UFU (1995), mestre em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo-PUC/SP (1998) e doutor em História Social pela Universidade Federal Fluminense-UFF (2003). Realizou estágio pós-doutorado em História Cultural pela Universidade Federal de Santa Catarina-UFSC (2010), quando contribuiu na docência da pós-graduação. Entre os anos 19997 e 2012 foi professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná-UNIOESTE, quando atuou junto à graduação e ao Programa de Pós-Graduação em História, Poder e Práticas Sociais. Naquela instituição coordenou por vários anos o Centro de Pesquisa e Documentação sobre o Oeste do Paraná. Hoje é professor do Departamento de História da Universidade Estadual de Ponta Grossa-UEPG e atua na docência/pesquisa/extensão na graduação e como investigador vinculado à Linha de Pesquisa Sujeitos e instituições: saberes e práticas junto ao Programa de Pós-Graduação em História, Culturas e Identidades, onde é vice coordenador. Nestes âmbitos coordena, em parceria com Alessandra Izabel Carvalho, o Laboratório de Pesquisa Memória, Cultura e Natureza. Desde 2013 desenvolve pesquisa continuada sobre Memória, Oralidade e Cultura Ordinária, também colaborando na formação do Núcleo de História Oral da Incubadora de Empreendimentos Solidários IESOL, se constituindo como um Programa de Extensão Permanente da UEPG. Neste âmbito de atividade desenvolve pesquisa e extensão com memórias de trabalhadores de reciclagem vinculados à ARREP (Ponta Grossa) e a ARPA (Porto Amazonas). É sócio da Associação Brasileira de História Oral desde 2007, tendo feito parte de sua diretoria na gestão 2012-2014; e desde 2010 da Red Latino-americana de História Oral, em que colabora com a representação brasileira. Desenvolveu atividades como professor visitante na Universidad Nacional de San Juan Bosco (Patagônia/Argentina, 2008), na Universidad de Buenos (Argentina, 2009), Univesidad de la República (Uruguai, 2014). Publicou entre textos o livro Tempos diversos, vidas entrelaçadas: trajetórias itinerantes de trabalhadores no Oeste do Paraná, (Aos Quatro Ventos, Curitiba, 2005) e em coautoria/co-organização: História, práticas culturais e identidades: abordagens e perspectivas teórico-metodológicas (Edunioeste, Cascavel, 2008), Práticas socioculturais como fazer histórico: abordagens e desafios teórico-metodológicos (Edunioeste, Cascavel, 2009), Desplazimientos en Argentina y Brasil (Imago Mundi, Buenos Aires, 2010), História oral, desigualdades e diferenças (Editoras da UFSC/UFPE, Florianópolis/Recife, 2012). Desde las profundidades de la historia oral (Imago Mundi, Buenos Aires, 2013).
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Dra. Sara Beatriz Guardia

A escritora Sara Beatriz Guardia, fundadora e diretora do Centro de Estudios La Mujer en la Historia de América Latina (CEMHAL).

Sara Beatriz é professora da Faculdade de Ciências da Comunicação, Turismo e Psicologia da Universidade de San Martín de Porres, Lima, Peru. Além disso, atua como diretora da Comisión del Bicentenario. Mujer e Independencia en América Latina e da Cátedra José Carlos Mariátegui.

Algumas de suas obras:

Viajeras entre dos mundos. Sara Beatriz Guardia. Edición. Losandro Antonio Tedeschi. Presentación. CEMHAL. Brasil: Universidad Federal Grande Dourados, 2012.

Las mujeres en la Independencia de América Latina. Sara Beatriz Guardia (Edición y compilación). Lima: CEMHAL, UNESCO, Universidad De San Martín de Porres, 2010.

Mujeres que escriben en América Latina. Sara Beatriz Guardia (Edición). Publicación de actas selectas del Tercer Simposio Internacional. Lima: CEMHAL, 2007.

Escritura de la historia de las mujeres en América Latina. Sara Beatriz Guardia (Edición y compilación). Publicación de los trabajos presentados en la Red de Investigaciones. Lima: CEMHAL - Facultad de Ciencias de la Comunicación de la Universidad de San Martín de Porres - Centro de Estudios Latinoamericanos de la Universidad Fernando Pessoa, Porto, Portugal, - Foro Cultural Latinoamericano de Viena, 2005.

​Historia de las mujeres en América Latina. Juan Andreo - Sara Beatriz Guardia (Editores). Actas selectas del Segundo Simposio Internacional La Mujer en la Historia de América Latina. Murcia: CEMHAL - Facultad  de Historia de la Universidad de Murcia, España,  2002. Entre os prêmios recebidos, foi-lhe concedida a Medalha Simón Bolívar, em 2009, e a Medalha Ville de Bagneres de Bigorre pela publicação de Europa América Latina al alba del tercer milenio. Por La flor morada de los Andes recebeu os prêmios de Mejor Libro entre los Mejores publicados durante los 12 últimos años, Gourmand World Cookbooks Awards 2008 e Opera House, Frankurt, 2008, entre outros. 
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Dra. Sylvia Jeannette Andrade Zurita

Equatoriana, Doutora em Ciencias De La Educacion pela Universidad Técnica De Ambato, é bacharel em Humanidades Esp. Quimica y Biologia pelo Colegio Nacional Ambato 1982 (Equador), licenciada em Ciencias de la Educación –Especialidad Educación Parvularia, e Magister En Docencia Universitaria pela Universidad Tecnologica Indoamerica 2006. Foi Docente de Posgrado Género na Universidad Central Del Ecuador e Coordinadora de la Carrera de Educación Parvularia. É coautora de La Educación Integral de la Primera Infancia, Un Desafio Pendiente Para la Sustentabilidad (2015), La Botella Matematica y el Desarrollo de Procesos de Clasificación en Niños de Inicial I (2016) além de autora do capítulo Experiencias Y Manifestaciones Culturales De Vanguardia do livro Diseño de un Prototipo de Toma de Decisiones Basado en Narrativas Jurídicas (2016).
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teresa

Dra. TERESA MARÍA ORTEGA LÓPEZ

Es Profesora Titular de Historia Contemporánea en la Universidad de Granada. Ha centrado su investigación en la implantación y desmoronamiento del régimen franquista, en el análisis de los discursos del antifeminismo generados por la derecha antiliberal española, y en el papel de las campesinas en la Transición Política. Es autora del libro Del Silencio a la Protesta. Explotación, pobreza y conflictividad en una provincia andaluza, Granada 1936-1977 (2003). Asimismo es coautora del libro: Franquismo y Posguerra en Andalucía Oriental, (2005), y del artículo: “The Stability and Consolidation of the Francoist Regime. The Case of Eastern Andalusia, 1936–1950” (Contemporary European History, 20, 1, February 2011). En 2011 coeditó los libros: La España Rural. Siglos XIX y XX. Aspectos políticos, sociales y culturales; y Feminismos y Antifeminismos. Ciudadanía, culturas políticas e identidad de género en la España del siglo XX. Recientemente ha publicado “Democratizando la democracia. Estrategias de género de las trabajadoras agrícolas españolas (1977-1990)”, en la revista Historia Agraria (nº. 61, 2013).

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Vera Lucia

 Dra. Vera Lúcia Puga

 
É doutora pela Universidade de São Paulo- USP. Professora do Programa de Pós-Graduação, Mestrado e Doutorado em História do Instituto de História da Universidade Federal de Uberlândia. Pesquisadora e fundadora do Núcleo de Estudos de Gênero e Mulheres - NEGUEM - da UFU, editora da revista Caderno Espaço Feminino, criada em 1994.
Foi Pró-reitora de Graduação da UFU de 2000 a 2008 e presidente do ForGRAD, Fórum de Pró-Reitores das Universidades Brasileiras em 2004. Publicou diversos artigos  cujas temáticas envolvem os estudos de gênero, mulheres, educação, sexualidade e violência de gênero. 
Orienta trabalhos  de mestrado e doutorados dentro destas temáticas.
Congrega a Comissão de Formação Geral do ENADE há há mais de sete anos e atua na Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, em específico,  no Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça há pelo menos seis anos. 
Mesmo aposentada (2010) continua ativa na pós-graduação de sua universidade (UFU) onde ministra disciplinas e orienta mestrandos e doutorandos.
 


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